Novas tendências revelam um movimento claro: viajar para se reconectar, estar junto e viver experiências que fazem sentido.
Em 2026, o essencial ganha protagonismo.
O slow travel deixa de ser exceção e passa a ser escolha consciente: menos deslocamento, mais presença. Viajar para conhecer de verdade, para criar vínculo com o lugar, com as pessoas e consigo mesmo. A experiência se sobrepõe ao roteiro; o tempo, ao check-list.
Cresce o desejo por lugares inusitados, não pelo exotismo, mas pela possibilidade de silêncio, escuta e descoberta. Viagens como processos de autoconhecimento, onde o conforto não está no luxo, mas no sentido.
Dormir onde a paisagem conta histórias, comer o que nasce ali, aprender o ritmo local.
Em 2026, viajar não é sobre ir longe — é sobre ir fundo.






